segunda-feira, 18 de abril de 2011

PLANO DE AULA



PLANO DE AULA



projeto interdiciplinar unindo música e arte

Aprendendo arte atravéz dos sons










OBJETIVO : seria possível interagir sonoridades básicas diatonicas (escala maior natural) com cores e atrávéz daí desenvolver um aprendizado codiciplinar desenvolvendo pintura por intermédio da memorização de sons?







público alvo: primeiro , segundo, e terceiro ensino médio







tempo de desenvolvimento do projeto e seu total fechamento: um trimestre ( 12 aulas)








importância do projeto: trazer uma interação no que diz sentido a interdiciplinaridade , juntando duas diciplinas gostosas de aprender em aulas dinâmicas e envolventes , onde o foco se faz nas artes visuais , sendo a música apenas um veículo para deixar seu aprendizado mais interessante e fazendo assim um diferencial no ensino da arte.




como dito antes , as notas usadas serão da escala natural diatônica, usando da nota do até a nota lá, visto que trabalharei apenas com cores (tons) primarias e secundárias


     nota do           nota ré                  nota mi

  cor amarela      cor magenta          cor azul ciano




  nota fá               nota sol                 nota lá

cor  laranja        cor verde             cor violeta



( é primordial que os alunos ja tenham tido ou ainda tenham contato com a música, por exemplo que toquem flauta doce que é um instrumento comum na musicalização por aguçar o ouvido musical, e que também é muito usado nas escolas sendo bastante comum)


desenvolvimento



A1 nesta aula é desenvolvida uma familiarização das crianças com os sons e com as cores , se as crianças estiverem aulas de musica ficara mas facil fazer a associação , MÚSICA- COR.

A2 é passado na louza cada nota seguida de sua cor


A3 nesta aula é feita uma execução das notas correspondentes as cores primarias , com o objetivo de associar as partes , visto que esse processo não é fácil, pois é uma coisa que o público alvo não esta familiarizado


A4 continua o processo de familiarização , sons DO , RÉ , MI com cores primarias, AMARELO, MAGENTA E CIAN (azul ciano)

A5 nesta aula ja é possivel fazer algumas brincadeiras com som e cores por exemplo : o professor pode fazer cruzamentos entre os sons resultando em cores , " DO COM MI( e o resultado sera uma cor , RÉ COM DO( e o resultado sera uma outra cor ) e assim por diante sendo este experimento um pequeno "aperitivo do que vem pela frente".claro que é primordial que os alunos estejam com seu materiais de pintura e suas flautas ,e isso torna esta aula bem interessante.

A6  são apresentadas as cores secundárias e suas notas respectivas


A7  começa o processo de familiarização das notas FÁ, SOL, LÁ  com as cores secundárias LARANJA, VERDE E VIOLETA


A8   continua o processo de familiarização e assimilação das respectivas notas musicais e suas cores.

A9    nessa aula ja se pode juntar todas as notas ,primarias e secundarias , brincando com a escala musical e explorando combinações de cores , sempre sitando as notas musicais quando quizer misturar as cores  e atravez delas se chegando  aos resultados

A10 continuação da aula anterior , fazendo novos experimentos e fixando mais ainda a relação SOM- COR

A11 o professor desenvolve uma atividade propondo uma composição onde , são citadas as notas musicais por exemplo: com as notas DO RÉ E MI (correspondentes as notas primarias)  com essas notas o professor pede uma composição de cunho livre, onde os alunos fazem um desenho que pode ser de observação ou não e depois misturando estas cores( associadas as notas do,re,mi) ou  as usando separadamente se pinta os desenhos feitos pelos alunos e o mesmo com FÁ, SOL, E LÁ

A12  AULA ESPECIAL, FINALIZAÇÃO DO PROJETO  são montadas varias composições onde agora são obrigatorias todas as notas da escala ou seja são misturadas cores primarias e secundárias , pode-se fazer releitura de obras como monaliza ( da vinci) girassois( van gogh) e assim por diante.


domingo, 17 de abril de 2011


Reflexão sobre o ensino da arte na escola contemporânea “





ALUNO : Marcelo Augusto Chiari De Souza

quinto módulo ( noturno)

uniradial são paulo

professora :Paula Hana














Ao fazer esta reflexão também me pergunto se estarei eu nos caminhos corretos do arte educador, esta é uma questão que atormenta meu ego, pois fácil é fazer a crítica sobre os arte educadores atuais que as vezes cometem gafes terríveis em sala, ( isso não é uma regra) que nos levam a pensar se a educação esta mesmo perdida ou não, bem...isso não me importa pois estou decidido a mudar o contexto sim ,pois senão de nada valeria a faculdade o curso e coisa e tal , seria tudo ilusão, a mais sinistra delas, e se a proposta pedagógica ou projeto pedagógico é um instrumento a disposição porque não fazemos dele um forte aliado? E se não há um padrão a seguir porque ficamos nos limitando ao “do,ré,mi,fá “ se podemos compor uma “sinfonia” no saber em arte? E se a fase de preparação é tão decisiva para o nosso sucesso como educadores temos que caprichar no nosso objetivo e estar antenado ao novo para que sejamos o mais contemporâneos possíveis quanto a atualidade como um todo ,pois o mundo evolui e temos a obrigação de ir junto sem saudosismo ou sentimento de perda pois isto sim é atraso, e a arte parece um trem em movimento que, tem que fazer parada em algumas estações mas não se acomoda em nenhuma! E isso para nós artistas é o desafio da profissão estar sempre em movimento , com a implantação da lei nO 9394/96 abrem-se novas possibilidades de organização curricular que devem ser ao meu ver exploradas por nós educadores, até que com o auxílio da comunidade, que tem que estar sempre presente e participativa na formatação do currículo escolar , estando assim a parte de tudo que acontece no aprendizado de seus dependentes e filhos. O currículo escolar deve ter uma estratégia pedagógica focada nas formas de trabalho da escola ativa, o aprendizado do dissente deve ser contínuo e formativo , não massivo e saudosista , pois caminhamos para mudanças como foi dita a cima e não podemos engessar o aluno em moldes pré fabricados de saber em arte , só assim com esta proposta de ensino levada a sério, juntamente com profissionais preparados e competentes em arte, e com “vontade de fazer”poderemos começar bem de leve a fazer nossa mudança na prática pois na teoria ela já existe a muito tempo, no artigo 14 da LDB esta escrito que a escola é responsável pelas suas estâncias colegiadas a serem criadas ( APM, conselho, governo estudantil , grêmios etc .) e é nessas ocasiões que devemos inserir nossas mudanças e projetos arrojados, é nessas horas que o profissional de artes deve estar “presente” não deve se “OMITIR”como vemos as vezes , pois só assim também teremos a voz ativa que nos é de direito , sem ficar de fora das decisões da escola , nos atualizando sempre que possível ,e de tudo mais, só assim teremos nosso espaço como educador garantido, firmado no contexto escolar, sendo assim contemporânea a forma de buscar saber e de agir ,a sabedoria gerada por nós sera transmitida ao aluno sem curvas ou delongas, seremos diretos pois assim tem que ser o ensino em arte e de modo geral, focado , sem amarras ou preconceitos , o professor contemporâneo deve ser arrojado ao ensinar, estudando os meios possíveis de o fazer, sem se ater em normas pré estabelecidas pois hoje lidamos com uma sociedade com muitos critérios divergentes e devemos nos adequar a eles para obter os resultados satisfatórios, ou seja conseguir fazer o ensino fluir do nosso ser , e ser um ser em arte, vivendo experiências e insisto!...se reciclando sempre..sem acomodarmos com o conforto que a academia nos da, o diploma e etc.

Reflexão sobre o ensino da arte na escola contemporânea “





ALUNO : Marcelo Augusto Chiari De Souza

quinto módulo ( noturno)

uniradial são paulo

professora :Paula Hana














Ao fazer esta reflexão também me pergunto se estarei eu nos caminhos corretos do arte educador, esta é uma questão que atormenta meu ego, pois fácil é fazer a crítica sobre os arte educadores atuais que as vezes cometem gafes terríveis em sala, ( isso não é uma regra) que nos levam a pensar se a educação esta mesmo perdida ou não, bem...isso não me importa pois estou decidido a mudar o contexto sim ,pois senão de nada valeria a faculdade o curso e coisa e tal , seria tudo ilusão, a mais sinistra delas, e se a proposta pedagógica ou projeto pedagógico é um instrumento a disposição porque não fazemos dele um forte aliado? E se não há um padrão a seguir porque ficamos nos limitando ao “do,ré,mi,fá “ se podemos compor uma “sinfonia” no saber em arte? E se a fase de preparação é tão decisiva para o nosso sucesso como educadores temos que caprichar no nosso objetivo e estar antenado ao novo para que sejamos o mais contemporâneos possíveis quanto a atualidade como um todo ,pois o mundo evolui e temos a obrigação de ir junto sem saudosismo ou sentimento de perda pois isto sim é atraso, e a arte parece um trem em movimento que, tem que fazer parada em algumas estações mas não se acomoda em nenhuma! E isso para nós artistas é o desafio da profissão estar sempre em movimento , com a implantação da lei nO 9394/96 abrem-se novas possibilidades de organização curricular que devem ser ao meu ver exploradas por nós educadores, até que com o auxílio da comunidade, que tem que estar sempre presente e participativa na formatação do currículo escolar , estando assim a parte de tudo que acontece no aprendizado de seus dependentes e filhos. O currículo escolar deve ter uma estratégia pedagógica focada nas formas de trabalho da escola ativa, o aprendizado do dissente deve ser contínuo e formativo , não massivo e saudosista , pois caminhamos para mudanças como foi dita a cima e não podemos engessar o aluno em moldes pré fabricados de saber em arte , só assim com esta proposta de ensino levada a sério, juntamente com profissionais preparados e competentes em arte, e com “vontade de fazer”poderemos começar bem de leve a fazer nossa mudança na prática pois na teoria ela já existe a muito tempo, no artigo 14 da LDB esta escrito que a escola é responsável pelas suas estâncias colegiadas a serem criadas ( APM, conselho, governo estudantil , grêmios etc .) e é nessas ocasiões que devemos inserir nossas mudanças e projetos arrojados, é nessas horas que o profissional de artes deve estar “presente” não deve se “OMITIR”como vemos as vezes , pois só assim também teremos a voz ativa que nos é de direito , sem ficar de fora das decisões da escola , nos atualizando sempre que possível ,e de tudo mais, só assim teremos nosso espaço como educador garantido, firmado no contexto escolar, sendo assim contemporânea a forma de buscar saber e de agir ,a sabedoria gerada por nós sera transmitida ao aluno sem curvas ou delongas, seremos diretos pois assim tem que ser o ensino em arte e de modo geral, focado , sem amarras ou preconceitos , o professor contemporâneo deve ser arrojado ao ensinar, estudando os meios possíveis de o fazer, sem se ater em normas pré estabelecidas pois hoje lidamos com uma sociedade com muitos critérios divergentes e devemos nos adequar a eles para obter os resultados satisfatórios, ou seja conseguir fazer o ensino fluir do nosso ser , e ser um ser em arte, vivendo experiências e insisto!...se reciclando sempre..sem acomodarmos com o conforto que a academia nos da, o diploma e etc.